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	<title>Alaris IT Solutions</title>
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		<title>Mais de 40% das Pequenas e Médias Empresas não têm plano em caso de desastre ou roubo de dados</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 16:34:16 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Pequenas e Médias não consideram prioridade prevenção até passar por situações de acidente ou roubo de informações, aponta pesquisa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acodo com pesquisa encomendada pela Symantec e realizada pela Applied Research, as Pequenas e Médias Empresas (PMEs) não consideram prioridade a preparação contra desastres até realmente passar por situações de acidente ou roubo de informações.</p>
<p>Intitulado SMB Disaster Preparedness Survey, o estudo revela “que a falta de preparação pode forçar as PMEs a encerrarem as atividades&#8221;. Até porque, a interrupção do serviço custa “milhares de dólares”.</p>
<p>“As PMEs ainda não reconheceram o impacto que um desastre pode ter nos negócios”, avalia Bernard Laroche, Senior Director de SMB Product Marketing da Symantec. “Os desastres acontecem e as PME não podem correr o risco de perder as informações da empresa ou dos clientes. Um simples planejamento permite a proteção dos dados, ação que também pode ajudá-las a reforçar a relação de confiança com os clientes.”</p>
<p>O levantamento revela ainda que metade dos entrevistados não tem um plano implementado e 41% disseram nunca ter imaginado um. Além disso, 40% afirmaram não considerar prioritária a preparação contra desastres. Menos da metade faz backups dos dados semanalmente, ou com maior frequência, e apenas 23% o faz diariamente.</p>
<p>No último ano, diz o levantamento, as principais causas de interrupção foram cibercrimes, falhas de energia e desastres naturais. Só depois de sofrerem interrupção de serviço ou perda de dados é que metade das PMEs adotou planos de preparação contra desastres.</p>
<p>O levantamento foi realizado em 23 países na América do Norte, América Latina, Europa, Médio Oriente e África e região Ásia-Pacífico, entre outubro e novembro de 2010, com profissionais de TI de pequenas e médias empresas.</p>
<p>Fonte: http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2011/01/31/mais-de-40-das-pmes-nao-tem-plano-em-caso-de-desastre-ou-roubo-de-dados/<br />
at 31/01/2010 14:33</p>
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		<title>STJ condena dez universidades por pirataria de software indenização pode chegar a R$250 mi</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 14:22:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legalização]]></category>

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		<description><![CDATA[O STJ (Superior Tribunal de Justiça) condenou, no último dia 19 de outubro, a Rede Brasileira de Educação a Distância, mais conhecida como UVB (Universidade Virtual Brasileira), por pirataria de software. De acordo com os acionistas do CEO (Centro de Estratégia Operacional), empresa que desenvolveu o produto, o valor total da indenização poderá chegar a R$ 250 milhões, considerando multa e correções, o que tornaria esta condenação por pirataria a maior já realizada no Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A sentença confirmou as duas decisões de instâncias anteriores. Segundo o tribunal, a UVB repassou às dez universidades-sócias – sem o devido pagamento das licenças – um software desenvolvido com o objetivo de possibilitar a realização de cursos à distância. Entre as sócias, estão as instituições: Anhembi Morumbi (Grupo Laureate), Uniderp (Anhanguera), Unimonte, Universidade Veiga de Almeida, Unisul, Unitri, o Centro Universitário Newton Paiva, Universidade Potiguar, Unama e a UVV/Sedes.</p>
<p>A defesa ainda comprovou no processo que o produto também foi distribuído, no mínimo, a outras 33 universidades do Brasil e do exterior, sendo que algumas delas teriam desenvolvido outros cursos não-presenciais e os revendido a empresas.</p>
<p>O STJ definiu, portanto, que a execução, promovida por perito apontado pelo juiz de primeira instância, se dará em cima do cálculo de dez a 43 vezes o valor original do software, acrescido de multa de dez vezes o número de usos fraudulentos. Além disso, conforme os termos da sentença, a UVB deverá pagar indenização diária de no mínimo R$ 5.000, cujo período será estipulado pelo mesmo juiz.</p>
<p>Para o principal acionista da CEO, Luis Barison, “é surpreendente e, ao mesmo tempo, muito decepcionante que justamente universidades tenham recorrido ao crime de pirataria ao se apropriar, copiar, modificar, distribuir e até mesmo vender aplicativo criado por um fornecedor e protegido pela lei dos direitos autorais, quando deveriam dar o exemplo de ética, bem como de produção e proteção do conhecimento a seus alunos e à sociedade”.</p>
<p>Entre as universidades privadas condenadas por pirataria, algumas têm como acionistas grandes fundos de investimentos estrangeiros. É o caso da Anhembi Morumbi e da Universidade Potiguar, que são controladas pela Laureate, que por sua vez tem como seu principal acionista o fundo norte-americano KKR. Ou a Uniderp, que passou para o controle da Anhanguera, que tem como acionista o banco também norte-americano Goldman Sachs, entre outros.</p>
<p>Software</p>
<p>Desenvolvido em 2000 pelo CEO (Centro de Estratégia Operacional), o software foi vendido à UVB por R$ 121 mil à época. Segundo consta no processo, o aplicativo foi copiado e distribuído ilegalmente entre as universidades sócias da UVB e outras. Por meio de um rastreador, foi possível confirmar sua utilização fraudulenta em vários Estados brasileiros por estas dez universidades.</p>
<p>Ao ser confrontada pelo ato irregular, a UVB se negou a pagar por novas licenças e desligou o rastreador do software, o que evidenciou a “malícia”, de acordo com a sentença proferida pelo STJ. As instituições alegaram que, como eram sócias da empresa que comprou o software, as universidades teriam o direito de se apropriar do aplicativo. No entanto, esse não foi o entendimento dos tribunais.</p>
<p>Fonte: http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/STJ+CONDENA+DEZ+UNIVERSIDADES+POR+PIRATARIA+DE+SOFTWARE+INDENIZACAO+PODE+CHEGAR+A+R250+MI_71722.shtml?utm_source=twitterfeed&#038;utm_medium=twitter at 19/01/2011 12:21</p>
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		<title>Celesc é condenada por utilizar 370 cópias de softwares sem autorização</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 13:45:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legalização]]></category>

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		<description><![CDATA[A 2ª Câmara de Direito Civil do TJ manteve sentença da Comarca da Capital, que determinou a vistoria dos 403 computadores da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. - Celesc e a busca e apreensão de 370 cópias de softwares. A ação foi ajuizada por Microsoft Corporation, Symantec Corporation, Autodesk Incorporated e Adobe Systems Incorporated. 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A 2ª Câmara de Direito Civil do TJ manteve sentença da Comarca da Capital, que determinou a vistoria dos 403 computadores da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. &#8211; Celesc e a busca e apreensão de 370 cópias de softwares. A ação foi ajuizada por Microsoft Corporation, Symantec Corporation, Autodesk Incorporated e Adobe Systems Incorporated. </p>
<p>    A concessionária foi condenada a indenizar as empresas pela utilização não autorizada de seus softwares, em valor a ser apurado em procedimento de liquidação por arbitramento, e a abster-se de utilizar cópias irregulares de programas, sob pena de multa de R$ 500,00 por programa. </p>
<p>   A Celesc, em contestação, alegou que nada ficou provado a respeito da utilização de software pirata, motivo pelo qual requereu a improcedência do pleito.</p>
<p>    &#8220;Há substanciosa prova da existência, nos computadores da apelada, de programas de computador cujos titulares dos direitos autorais são as apelantes. E mais: a prova aponta que muitos desses programas constituem-se em reproduções não autorizadas: irregulares, portanto&#8221;, concluiu o relator da matéria, desembargador substituto Jaime Luiz Vicari. A votação foi unânime. (Ap. Cív. n. 2006.038471-5)</p>
<p>Fonte: http://app.tjsc.jus.br/noticias/listanoticia%21viewNoticia.action?cdnoticia=21824  at: 19/01/2010 11:45</p>
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		<title>Softwares da Microsoft são mais seguros que de outros fabricantes, diz estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 13:10:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infra Estrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo realizado em mais de 3 milhões de PCs, afirma que, em 2010, usuários estiveram 4 vezes mais vulneráveis ao usar produtos de outros fabricantes que os da Microsoft.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft possui uma péssima reputação quando o assunto é segurança, mas, em 2010, os produtos da companhia se mostraram mais seguros que a grande maioria dos programas para PC, de acordo com dados da empresa de segurança Secunia, divulgados nesta terça-feira (18/1).</p>
<p>Segundo a companhia, o número de vulnerabilidades em softwares tradicionais subiu 71% entre 2009 e 2010, e os principais culpados foram os aplicativos de terceiros e não o Windows ou outras aplicações da Microsoft, declarou Stefan Frei, diretor de análise de pesquisa da Secunia.</p>
<p>&#8220;Ao analisar, encontramos que as principais falhas de segurança não estão em produtos da Microsoft, mas sim em programas de terceiros. O Windows e o outros aplicativos da companhia já estiveram listados entre as principais ameaças. Mas a verdade é que isso mudou”. </p>
<p>Para o relatório, a Secunia utilizou dados do seu programa Personal Software Inspector (PSI), que vasculha os computadores e verifica se as aplicações instaladas possuem os patches de segurança mais recentes. O PSI foi instalado em mais de 3 milhões de PCs.</p>
<p>Segundo o estudo, dos 50 softwares mais comuns, 26 eram da Microsoft e 24 de 14 empresas terceiras diferentes. Entretanto, em 2010, os usuários estiveram cerca de quatro vezes mais vulneráveis ao usar produtos de outros fabricantes que os da Microsoft.</p>
<p>A principal explicação, segundo Frei, é que os mecanismos de atualização da proprietária do Windows são mais fáceis que o de outras empresas. “Poucos usam plataformas de atualização automáticas como a Microsoft, onde os usuários podem escolher ter os patches instalados automaticamente”, explicou ele.</p>
<p>&#8220;A falta de um programa de atualização comum entre todos as fabricantes cria uma grande oportunidade para os cibercriminosos explorarem computadores com programas não atualizados&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;Infelizmente, ainda existe um grande atraso entre o momento em que as falhas são descobertas, incluindo a exploração delas por criminosos, e o momento em que as equipes de segurança lançam as atualizações apropriadas&#8221;, completou Frei.</p>
<p>&#8220;Os usuários com todos esse programas instalados tem que dominar cerca de 14 diferentes mecanismos de atualização, caso queiram manter seus PCs protegidos. Assim, os usuários ignoram ou simplesmente são vencidos pela complexidade e frequência das correções que podem envolver dezenas de programas&#8221;, diz o relatório.</p>
<p>De acordo com o estudo, à curto prazo é bastante improvável que a situação seja solucionada. &#8220;As pequenas empresas, por exemplo, têm menos recursos para se dedicar à construção de uma ferramenta de atualização automática de seus produtos&#8221;, avaliou Frei.</p>
<p>IDG News Service<br />
18-01-2011<br />
(Jeremy Kirk)</p>
<p>Fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2011/01/18/softwares-da-microsoft-sao-mais-seguros-que-de-outros-fabricantes-diz-estudo/</p>
<p>At: 19/01/2010 11:10</p>
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		<title>Pirataria e desatenção com updates fazem do Brasil vítima de vírus &#8216;velho&#8217;</title>
		<link>http://www.alaris.com.br/it/?p=157</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 18:28:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infra Estrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[País também é o que mais abriga malware na América Latina e um dos 20 com mais infecções no mundo, aponta pesquisa de empresa russa.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é o país que mais abriga (55%) malware na América Latina, e um dos 20 mais infectados no mundo, aponta uma pesquisa da empresa de segurança online Kasperky Lab. A diferença para o segundo lugar, o Panamá (19%), é enorme. “Isso mostra a falta de conscientização sobre medidas de segurança online no país”, disse Dmitry Bestuzhev, Chefe da Equipe de Pesquisa e Análise Global na América Latina da companhia russa.</p>
<p>Na divisão por Estados, São Paulo, evidentemente, é o Estado mais atingido, com 23% do total de infecções no país, seguido por Rio, com 19%, e Distrito Federal e Minas Gerais, ambos com 10%.</p>
<p>O país também é o único país da América Latina em que um vírus preste a completar dois anos ainda lidera o ranking de infecções. Embora explore uma falha do Windows que já foi consertada, o Kido (também conhecido como Conficker), é o vírus mais comum por aqui, com 13% das infecções. No mundo, ele está em terceiro. Para Bestuzhev, isso é um reflexo direto do grau de pirataria de software no Brasil. “Como muita gente instala programas piratas, não tem acesso aos updates, e fica vulnerável mesmo contra malwares antigos”, explica. Estudo da Business Software Alliance (BSA) aponta que 56% dos softwares no Brasil não possuem licença, porcentagem acima da média mundial, que é de 43%. </p>
<p>Os cibercriminosos brasileiros estão se especializando em vírus que roubam dados, principalmente financeiros. De cada 10 contaminações, seis são com malware desse tipo (bankers). Outro dado de destaque é que 45% desses vírus são produzidos no país.</p>
<p>Na análise da Kaspersky, curiosamente, o quarto vírus mais comum é uma ferramenta (Kiser.il) que serve justamente para “crackear” (quebrar a proteção) do antivírus produzido pela empresa.</p>
<p>Dmitry também falou sobre os picos de atividade do cibercrime no país. A atividade dos malwares atinge o ápice no final de junho, começo de julho, e depois tem nova subida no final de novembro, começo de dezembro. “A maioria dos crackers é de jovens”, explica. “Essas semanas são quando eles têm mais tempo. Depois, gastam tudo o que arrecadaram, porque é um dinheiro fácil e acham que nunca vai acabar, e voltam à atividade nas próximas férias”, disse. Para ele, o nível técnico do cibercriminoso brasileiro ainda é baixo, mas “está melhorando”.</p>
<p>O analista chama a atenção para os novos e-mail de phishing scam, que agora trazem o CPF da vítima, dando mais “credibilidade” ao golpe. Ele ficou surpreso com a facilidade para comprar esses números, vendidos em CDs em bancas de camelôs nas grandes cidades brasileiras. “Isso é um negócio muito grande, que envolve outras pessoas”, apontou. </p>
<p>Os crackers também se aproveitam das fragilidades do Windows XP, presente em quase 60% dos micros no país, enquanto o Windows 7 x64 (64-bit), considerado o mais seguro pelo analista russo, está em apenas 10% das máquinas.</p>
<p>Outra tendência detectada na análise do expert é o crescimento dos ataques contra sites, em que o cracker injeta um código malicioso que é baixado automaticamente para o micro do internauta (o chamado drive-by download). “Os criminosos descobriram que os sites são ótimas formas para contaminar, porque elas estão disponíveis 24h por dia”, disse.</p>
<p>A rapidez da criação de malware é assustadora. Cerca de 90% dos vírus são detectados como “genéricos” &#8211; são tão novos e sofisticados que não há tempo de desenvolver as chamadas assinaturas &#8212; um carimbo de “conhecido” no antivírus.</p>
<p>Segundo Dmitry, cibercriminosos e bandidos “físicos” estão trabalhando em sintonia cada vez maior. Os primeiros se encarregam de invadir máquinas e redes e roubar dados, que são revendidos para clonadores de documentos. Um passaporte brasileiro clonado, por exemplo, custa 450 euros, contou o analista.</p>
<p>Tendências </p>
<p>Para 2011, o expert da Kasperky fez algumas previsões:</p>
<p>* Queda dos ataques no orkut, à medida que os internautas brasileiros migram para o Facebook, líder mundial.</p>
<p>* Aceleração do processo de união entre criminosos “físicos”e “online”.</p>
<p>* Ataques mais dirigidos (específicos) e agressivos, feitos de maneira mais profissional, para roubo de informações valiosas. Por exemplo, espionagem eletrônica, até entre governos. </p>
<p>* Evolução e disseminação de botnets (redes de micros-zumbis) criadas no Brasil.</p>
<p>Por Renato Rodrigues, do IDG Now!<br />
Publicada em 17 de dezembro de 2010 às 09h00<br />
at: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/12/17/pirataria-e-desatencao-com-updates-fazem-do-brasil-vitima-de-virus-velho/</p>
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		<title>Sobe para 25 mil o número de ataques a falha do XP</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 03:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Infra Estrutura]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[antivirus]]></category>
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		<category><![CDATA[Windows XP]]></category>

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		<description><![CDATA[Equipe de pesquisa da Microsoft afirma ter observado um crescimento “relevante” no volume de ataques via web ao sistema Windows XP até o final de semana último. Em um dos blogs da empresa foi informado que “até a meia-noite de 12 de julho (GMT), cerca de 25 mil computadores distribuídos por mais de 100 países relataram pelo menos uma tentativa de invasão”.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft pede que usuários desse sistema façam a correção da falha o mais rápido possível; Rússia e Portugal estão na lista de ameaçados.<br />
Equipe de pesquisa da Microsoft afirma ter observado um crescimento “relevante” no volume de ataques via web ao sistema Windows XP até o final de semana último. Em um dos blogs da empresa foi informado que “até a meia-noite de 12 de julho (GMT), cerca de 25 mil computadores distribuídos por mais de 100 países relataram pelo menos uma tentativa de invasão”.</p>
<p>Em um dia apenas, a MS rastreou aproximadamente 2,5 mil ataques, um número pequeno dada a enorme base de usuários do sistema. Todavia o caso é preocupante, pois além de ter sido divulgada, a ameaça se concretizou em várias ocasiões.</p>
<p>Países ameaçados</p>
<p>Usuários baseados na Rússia estão entre os alvos prediletos, informa a MS. O país concentra 2% do total de ataques – isso representa dez vezes mais tentativas de invasão a computadores que a média de outros países. O segundo lugar na lista de países altamente visados é Portugal.</p>
<p>O que faz o ataque?</p>
<p>Se for executado com sucesso, o ataque instala um programa na máquina do usuário identificado como Obitel. Uma vez executado, o Obitel permite que pragas virtuais sejam carregadas no sistema. Estas, por sua vez, podem executar ações de keystroke logging (&#8220;grampeando&#8221; as teclas acionadas), realizar o envio de spam ou executar outra tarefa ingrata e mal-vista.</p>
<p>Para ser contamindao o usuário não precisa fazer nada demais. Basta acessar um site que tenha sido violado ou acessar serviços na web com leitores de email capazes de interagir com páginas da web.</p>
<p>Remédio</p>
<p>Quem quiser se proteger desses ataque deve instalar a atualização MS10-042 update, disponível no site da Microsoft. Essa correção remove o bug no Centro de Ajuda e Suporte do Windows XP. Apesar desse bug também estar presente em sistemas Windows Server 2003, até agora nenhum ataque a essa plataforma foi divulgado.</p>
<p>Versões Windows mais recentes, como o 7, o Server 2008 e o Vista não estão na lista de sistemas ameaçados.</p>
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		<title>PC World: Microsoft acertou em cheio com o Windows 7</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 02:59:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Melhores Práticas]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[windows 7]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo um recente relatório da Gartner, depois de anos em baixa, o mercado de PCs deve ter um crescimento de 22% das vendas em 2010 no mundo todo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo um recente relatório da Gartner, depois de anos em baixa, o mercado de PCs deve ter um crescimento de 22% das vendas em 2010 no mundo todo.</p>
<p>O elevado crescimento é resultado da recuperação econômica global, segundo Tony Bradley da PC World, mas também reflexo do sucesso do Windows 7 entre as empresas e usuários domésticos. “O Windows 7 não merece todo o crédito pela recuperação do mercado de PCs, mas certamente desempenhou um papel importante, já que impulsionou a troca de equipamentos que utilizavam o Windows XP”.</p>
<p>A Gartner estima que 376,6 milhões de PCs devem ser vendidos em 2010, o que deve representar um gasto mundial de 245,4 bilhões de dólares, 12% superior ao ano passado. Como comparativo, em 2009, foram vendidos 308,3 milhões de PCs.</p>
<p>O artigo da PC World completa dizendo que uma grande migração para o Windows 7 deve começar a partir do segundo semestre do ano, com grande parte dos PCs rodando o novo sistema já em 2011.</p>
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		<item>
		<title>Fim do suporte para o Windows XP SP2 e Windows 2000 &#8211; saiba como proteger o seu computador</title>
		<link>http://www.alaris.com.br/it/?p=136</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 02:53:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Windows XP]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas versões do Windows deixarão de ter suporte em breve.  Isso significa que a Microsoft não mais oferecerá suporte ou atualizações, incluindo atualizações de segurança, para esses sistemas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas versões do Windows deixarão de ter suporte em breve.  Isso significa que a Microsoft não mais oferecerá suporte ou atualizações, incluindo atualizações de segurança, para esses sistemas. O fim do suporte obedece às diretrizes do Ciclo de vida do suporte Microsoft. Entender o suporte disponível para o produto, permite que os clientes maximizem o gerenciamento de seus investimentos em TI e planejem estrategicamente um futuro bem-sucedido nessa área.</p>
<p>O que está mudando?<br />
O Windows 2000 Professional e Windows 2000 Server estão chegando perto dos dez anos de seu lançamento e não terão mais suporte a partir de 13 de julho de 2.010.</p>
<p>O Windows XP foi lançado em 2001 e, embora o suporte para esse produto deva continuar por mais alguns anos, o Service Pack 2 também deixará de contar com suporte a partir de 13 de julho de 2010.</p>
<p>O que fazer?<br />
Para quem ainda utiliza o Windows XP SP2, recomendamos a atualização sem custos para o Windows XP Service Pack 3 ou ainda para uma versão mais recente do sistema operacional que conte com suporte, como o Windows 7. Para saber como fazer estas atualizações acesse: http://www.windows.com.br/ciclodevida.</p>
<p>Para os clientes que ainda utilizam o Windows 2000, mais uma vez sugerimos dar um passo à frente e considerar uma possível migração para o Windows 7. É a oportunidade ideal para aproveitar os novos recursos e benefícios do Windows 7.</p>
<p>Para o Windows 2000 Server, é adequado que se realize upgrade para o Windows Server 2003 R2 ou para o Windows Server 2008 R2. O Windows Server 2008 R2 contará com suporte até 2018 e proporciona muitas vantagens, especialmente nas áreas de virtualização, segurança e capacidade de administração. Os serviços Microsoft poderão auxiliá-lo na aceleração da atualização e na manutenção de uma plataforma estável e com suporte.</p>
<p>Mantenha seu PC atualizado<br />
Manter o seu PC atualizado e seguro é essencial para qualquer usuário, seja em casa ou no trabalho. Uma dica importante é, portanto, manter sempre o Windows Update ligado para atualizações automáticas. Através do Windows Update a Microsoft provê atualizações de segurança e novos service packs para o Windows sem nenhum custo, além de atualizar programas como o Internet Explorer 8 e o Microsoft Security Essentials.</p>
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		<title>Windows 7 continua forte</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 02:09:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos primeiros seis meses que o Windows 7 está no mercado, mais de 100 milhões de licenças já foram vendidas. Como já dissemos antes, isto faz com que o Windows 7 seja o sistema operacional vendido mais rapidamente na história. Para colocar de uma maneira diferente, 7 cópias do Windows 7 são vendidas a cada segundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada, Tami Reller, vice presidente e diretora financeiro do Windows &#038; Windows Live, falou durante o Bank of America Merril Lynch U.S Technology Conference. Durante a entrevista, ela falou sobre o bom momento que continuamos vendo do Windows 7 em relação aos consumidores e empresas, assim como a satisfação dos clientes em torno do sistema.</p>
<p>Nos primeiros seis meses que o Windows 7 está no mercado, mais de 100 milhões de licenças já foram vendidas. Como já dissemos antes, isto faz com que o Windows 7 seja o sistema operacional vendido mais rapidamente na história. Para colocar de uma maneira diferente, 7 cópias do Windows 7 são vendidas a cada segundo. Mais de 12% dos PCs do mundo todo já estão rodando o Windows 7 de acordo com a Net Applications. De acordo com um levantamento feito pela Lifehacker no final de Março, a satisfação do cliente para o Windows 7 está em 94%. A satisfação e o entusiasmo dos consumidores está contribuindo para o aumento da venda de PCs em todo planeta.</p>
<p>A Gartner estima que 376,6 milhões de PCs devem ser vendidos em 2010, o que deve representar um gasto mundial de 245,4 bilhões de dólares, 12% superior ao ano passado. Como comparativo, em 2009, foram vendidos 308,3 milhões de PCs. Já um estudo recente da ChangeBase revelou que 80% das empresas já planejam realizar a migração para o Windows 7 ainda em 2010.</p>
<p>Fonte: http://windowsteamblog.com/international/b/brasil/archive/2010/06/07/windows-7-continua-forte.aspx</p>
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		<title>80% das empresas planejam migração para o Windows 7 em 2010</title>
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		<description><![CDATA[Os resultados de diversas entrevistas realizadas pela ChangeBase mostraram que 80% das empresas estão respondendo positivamente ao novo sistema e pretendem realizar a atualização em 2010. Se havia alguma exitação do mercado em relação a realizar a migração de milhares de computadores, ela foi deixada de lado com o lançamento do Windows 7.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um recente relatório divulgado pela Changebase observou que o Windows 7 teve melhorias significativas quando comparado aos sistemas operacionais mais antigos. </p>
<p>Há dois fatores importantes que tornam a migração para o Windows 7 uma ótima opção para grandes empresas. Uma é a facilidade e velocidade em que extensas migrações podem ser efetuadas sem grandes problemas. A segunda é a capacidade de escala e de proteger o gerenciamento de aplicações assim que a migração está completa. Isso significa que a continuidade operacional e a compatibilidade de aplicativos no ambiente do Windows 7 não criou problemas. Em outras palavras, programas antigos continuam rodando com o novo sistema.</p>
<p>ChangeBase</p>
<p>Os resultados de diversas entrevistas realizadas pela ChangeBase mostraram que 80% das empresas estão respondendo positivamente ao novo sistema e pretendem realizar a atualização em 2010. Se havia alguma exitação do mercado em relação a realizar a migração de milhares de computadores, ela foi deixada de lado com o lançamento do Windows 7.</p>
<p>A visão da Intel</p>
<p>Qual o tamanho das melhorias do Windows 7 em relação às versões anteriores do Windows? Nesse caso, é mais fácil explicar com um exemplo. E a Intel foi um ótimo exemplo de uma grande empresa que realizou a migração. Para isso, a Intel fez diversas avaliações do sistema durante alguns meses, em comparação com o Windows XP SP3. </p>
<p>O que aconteceu depois dessas avaliações? A Intel identificou que o novo sistema operacional tem o potencial para agregar valor para a Intel, com melhorias no desempenho, interface do usuário e capacidade de gerenciamento e migrou nada menos do que o upgrade do software de 100.000 máquinas para o Windows 7. </p>
<p>Fonte: http://windowsteamblog.com/international/b/brasil/archive/2010/05/06/changebase-80-das-empresas-planejam-migra-231-227-o-para-o-windows-7-em-2010.aspx</p>
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